Desenvolvimento
Desenvolvimento agêntico: o agente executa, a decisão é sua.
O ciclo de desenvolvimento quando o agente escreve o código: o que ele executa em cada fase e onde a decisão continua sendo humana.
Ver o fluxoUse case
Um sistema de agentes que raciocina, usa ferramentas, confere o próprio resultado e se corrige — assumindo tarefas completas em Desenvolvimento, Marketing e Produto, e parando onde alguém precisa decidir.
Comece pela sua área
Onde aplicamos
A diferença
O loop do agente
01
Você dá uma meta, não um passo a passo.
02
O agente decompõe a meta em passos.
03
O agente chama ferramentas, roda código e busca dados.
04
O agente lê o resultado real — testes, erros, saídas — em vez de supor que deu certo.
05
O agente replaneja, age de novo, erra, percebe e ajusta.
06
O agente para em pontos definidos para uma pessoa aprovar antes de seguir.
07
O agente encerra quando a tarefa está feita — ou quando bate um limite.
Fundamentos
Uma sequência fixa de passos, com uma checagem entre um e outro.
Classifica o que entrou e manda para o caminho ou o modelo certo para aquele caso.
Divide a tarefa em partes que rodam ao mesmo tempo — ou roda a mesma várias vezes e compara as respostas.
Um agente divide o trabalho conforme o caso, distribui entre outros e junta o resultado.
Um agente escreve, outro avalia pelo critério definido, e repete até passar.
O loop completo: o agente decide o próprio caminho até a tarefa estar feita.
Confiabilidade
Uma pessoa aprova em pontos definidos antes de o agente seguir.
O agente roda isolado e só acessa as ferramentas liberadas para aquela tarefa.
Antes de construir, definimos como medir se a resposta está certa. Essa checagem roda a cada mudança, como um teste.
Cada agente tem dono, ferramentas declaradas, ciclo de vida e custo acompanhado.
Quando o modelo muda de versão, rodamos os casos antigos de novo para ver se alguma resposta piorou sem ninguém perceber.
Limites de tempo, custo e tentativas — e uma pessoa pode interromper a execução a qualquer momento.
AI Transformation
Levantamos os processos onde a IA se aplica e definimos em que ordem entram, por impacto e esforço. Os que ficam para depois seguem registrados com a ordem definida.
Quem vai operar o workflow participa da construção. O time conhece as decisões por trás dele e consegue fazer manutenção depois.
Um agente em produção muda quem faz o quê. Redesenhamos o processo em volta dele e definimos quem revisa, quem aprova e quem é acionado quando algo sai do esperado.
Combinamos no começo o que precisa estar pronto para a gente sair: documentação, time treinado e o workflow rodando. Depois disso o time opera e evolui por conta.